sábado, 4 de setembro de 2010
Frascos de perfume azuis
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Pretendo com este blogue, partilhar as coisas de que gosto, que são tantas e tão variadas! Vão desde as velharias e Angola, até à "mania" de recrear materiais, passando pelas plantas, fotografias e muitas coisas mais. Vamos lá ver como isto corre...
Ola minha querida, obrigado pelas suas simpaticas visitas ao meu blog, é tão bom abrir o computador e encontrar comentários novos....dá alento para continuar, até parece que a sensação de "só" se desvanece!!!
ResponderEliminarQuanto aos seus frascos, são lindos...e até onde sei, o frasco que diz não ser da Marinha Grande pode de facto sê-lo. Da antiga fabrica "Stephens"... mas tambem poderá não ser português...e saber???? eu, peças desta cor não sei, só consigo ver peças mais claras....deixo isso para os entendidos...
Claro que tambem posso estar redondamente enganada...os professores da escola da vida às vezes têm uma sabedoria muito propria :-) e aquilo que não leio em livros de fonte segura tenho tendência a questionar!!!! Será que estou certa caro Luis, caro Manel? Pode ser da Stephens, não pode?
Um beijinho Maria Gabela
Marília Marques
Olá Marília
ResponderEliminarSeja muito bem aparecida.
Tem toda a razão quando refere a possibilidade do frasco opaco ser também da Marinha Grande.
Não sei porque razão, desde o início assumi, que aquele frasco teria outras origens que não a MG.
Aliás, para mim, (que só sou apreciadora e de maneira nenhuma entendida nestas andanças da velharias e antiguidades), tenho alguma dificuldade em perceber a antiguidade dos vidros, a não ser pelo seu design, que, por vezes me remetem para determinada década,da qual eu tenho ainda memórias.
Há uns tempos, alguém me disse que uma boa maneira para se determinar a antiguidade de uma peça de vidro seria observar a sua base. Se apresentar um aspecto côncavo será antigo,pois este pormenor terá a ver ver com
um processo manual de fabrico. Será?
Beijinhos e apareça sempre
Maria Gabela