Mostrar mensagens com a etiqueta As minhas plantas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta As minhas plantas. Mostrar todas as mensagens

domingo, 18 de março de 2012

Prenúncios de primavera no meu jardim

Flores do jasmim - amarelo, que por não terem aroma, não concorrem com as espécies de flor branca, estas sim, de intenso odor, e por isso mesmo, indispensáveis na indústria da  perfumaria. O jasmim  sendo originário da China propagou-se por toda a  península Ibérica, pela mão dos povos árabes, quando, em tempos remotos, estes, a colonizaram. O poeta sírio Nizar Kabbani, na sua obra  magistral Mensaje de amor a España alude  às marcas deixadas  pela pela civilização árabe questionando num dos versos: "Acaso haveis ouvido falar de uma conquista que deixou atrás de si mil livros de poesia, mil alvercas de água e plantados mil pés de jasmim?"
O meu jasmim- amarelo que foi plantado junto ao estendal para o camuflar, volta e meia, mistura-se com a roupa estendida exigindo "um chega para lá" constante dos seus ramos. Confesso, que tive preguiça de apanhar a toalha que secava, não pensando na altura, que tal pormenor, poderia até, beneficiar a fotografia.

 Em baixo, um botão de sardinheira fotografado numa recente manhã de chuva miudinha.

Rebentos da minha pitangueira que foi tratada com mil cuidados ao longo de todo o inverno, não me tendo eu, ainda, atrevido a mudá-la do vaso para o jardim. No próximo outono farei isso. Até lá, já sei que a espreitarei quase diariamente, esperando que, tal como na última primavera, ela floresça. Quanto a ter pitangas :) já sei que tão cedo isso não acontecerá.

Esta última fotografia não estava prevista para este post , mas uma vez que veio a propósito, aqui fica  uma das três flores que a pitangueira deu o ano passado.

sábado, 27 de agosto de 2011

Sementeira de mamão

Em meados de Junho, resolvi fazer uma sementeira de mamoeiros, ou papaeiras ( o fruto é o mesmo, e na minha terra, o mais arredondado é designado por mamão), aproveitando as sementes de uma saborosa papaia.
As sementes deste fruto apresentam-se envolvidas numa membrana gelatinosa, pelo que, primeiro, as pus  a secar durante vários dias.

Cá estão elas, já secas e prontas a irem para a terra.


Como sou uma cidadã com preocupações ambientais, tento não me ficar pelas boas intenções, e, sempre que posso ponho em prática o que vou ensinando às minhas crianças. De facto, cá em casa vamos no bom caminho: separamos o lixo, o óleo alimentar, apesar de  pouco utilizado vai para um bidão próprio, quando há tempo e paciência aumento a minha caixa de compostagem com o resto dos vegetais crus etc.  Assim, aproveitei uma útil  e até bonita embalagem de morangos, fiz-lhe pequenos furos para escoar a água da rega, enchi- a de terra ,tracei  pequenos sulcos e lá depositei as sementes da saborosa papaia.

A germinação foi lenta, apesar de as ter posto num local com bastante sol. Já quase se tinham passado  duas semanas, e apesar de todos os meus cuidados, os rebentos não brotavam; pensava eu, que por se tratar de pequenas sementes, a germinação seria muito rápida. Coisas de jardineira amadora !

A foto que se segue foi tirada no início deste mês, teriam portanto, as novas plantas, cerca de mês e meio. Começa-se já a perceber o característico recortado das folhas do mamoeiro, que, em Angola, eram utilizadas  para amaciar a carne, especialmente   a de bifes.


Tirada no mesmo dia e de outro ângulo, para melhor se poderem ver os caules  cilíndricos, que estão ainda muito finos mas que poderiam atingir , na sua fase adulta ,(caso estivéssemos num clima tropical) entre 10 a 30 cm de diâmetro e oito metros de altura.

Como tinha muitas sementes, sobraram-me algumas que fui espalhando por vários vasos e canteiros.
Num vaso, onde tenho uma pitangueira, uma das sementes germinou muito mais rapidamente do que todas as outras, resultando num outro pé de mamão, muito maior do que os semeados na caixa de morangos. A diferença do ritmo de crescimento  poderá dever-se à terra utilizada, ou à exposição solar.

Em meados de Setembro, vou replantar todos os rebentos para um vaso maior, e abrigá-los durante as noites e dias frios, na esperança de que resistam às temperaturas baixas aqui do norte ,e que, pelo menos ,cheguem a florescer.


Na impossibilidade de ilustrar com uma  fotografia minha, uma carica papaya adulta, ou seja um mamoeiro, optei por utilizar uma imagem do guia medicinal, "Plantas Medicinais de  Kohler", publicado em 1887, da autoria (?) de Franz Eugen Kohler e com ilustrações de Walther Müller e C.F. Schmidt Acho que, nenhuma Macro por mim tirada, conseguiria tais detalhes.Mais gravuras  desta obra publicada  em três volumes, podem ser vistas aqui

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Outono com flores

Em época de muito trabalho, da inevitável gripe, e do tristonho jardim,fui rever as fotografias das minhas plantas.Como elas floriram!Parece que as vejo melhor assim, isoladas,parecem-me mais bonitas e juro que não editei!Foram todas plantadas por mim.
Já aqui disse, que tenho um prazer imenso em comprar as plantas pequeninas e depois vê-las crescer...dever ser a costela de lavrador a fazer-se sentir.
Uma boa semana a todos.



terça-feira, 18 de maio de 2010

Plantas do meu alpendre

A bananeira no meio de sardinheiras, cravos e alfazema. É assim que eu gosto dos vasos!Com muita mistura de plantas, gentias, com história, a fazerem-me lembrar quem mas deu. Neste vaso despontam pessegueiros, nêsperas, ameixas e outras plantas que eu sei que nunca vingarão....mas mesmo assim não desisto de enterrar os caroços verão, após verão só pelo prazer de os ver um dia despontar.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Sardinheiras

Uma das minhas sardinheiras. Pensei que não "rebentaria", depois do rigoroso inverno. Engano meu!!! E foi comprada numa grande superfície....